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Sabe-se que houve uma recessão econômica devido a pandemia do Coronavírus, porém, o mercado imobiliário está indo na contramão. Mas, como o mercado está em crescimento mesmo com toda essa crise? Saiba agora, o motivo pelo qual as imobiliárias em BH e construtoras não saíram prejudicadas durante a pandemia.

Segundo uma pesquisa realizada julho de 2020, feita pela BRAIN Inteligência Corporativa, junto a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), mesmo com uma crise gerada pela pandemia do Coronavírus, o mercado imobiliário permaneceu aquecido. De acordo com os dados divulgados, das pessoas que pretendiam comprar um imóvel, 23% efetivaram a compra no mês de junho, seis pontos a mais do que se foi adquirido nos três primeiros meses do ano, com destaque para as regiões Sul e Centro-Oeste, que obtiveram um crescimento maior que 20% cada uma. A região Sudeste manteve-se estável de 27% em março para 26% em junho.

Para muitos profissionais do ramo imobiliário, no momento de pandemia foi possível observar uma queda proeminente da bolsa, o que favoreceu no investimento de imóveis, seja no caso de revender após uma valorização, seja para locação, que, mesmo em níveis tradicionalmente baixos, ainda superam o rendimento básico de aplicações de menor risco. Vale ressaltar que, a situação econômica do Brasil está instável e, por mais que outros ramos estejam inseguros em relação a investimento, o mercado imobiliário é um dos que não se abalou com a crise, pois vem recebendo uma demanda considerável, o que estabiliza o setor e, muitas vezes, obtém crescimentos consideráveis.

Outro fator que pode explicar o crescimento do mercado imobiliário em comparação aos demais, é que, durante a pandemia, as pessoas que ficaram em suas casas – e isto vale especialmente para pessoas de classe média – elas começaram a perceber melhor a qualidade de suas casas. O público que tem procurado as imobiliárias procuram muitas vezes por imóveis para a compra, prontos ou na planta. As procuras variam entre apartamentos em BH, e casas em condomínio.

As locações foram uma das que se comportaram de maneira diferente nesse período. Afinal, essa modalidade manteve-se estável, mas despencou quando fala-se de imóveis comerciais e de imóveis alugados para estudantes que tiveram de voltaram para suas cidades natais devido às universidades fechadas por recomendação de distanciamento social.

Por outro lado, o aquecimento nas vendas de imóveis anima o setor imobiliário, mas ainda não é suficiente para garantir a retomada da economia. Dados disponibilizados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostraram que, entre janeiro e julho de 2020, os empréstimos destinados à aquisição e construção de imóveis aumentaram 35% comparado a este mesmo período do ano passado. Afinal, comprar uma imóvel demanda planejamento e quem não teve cortes de renda seguiu com os planos e encontrou boas opções no mercado imobiliário.

Neste período, a Caixa, por exemplo, incluiu dentro do seu financiamento os custos de cartório e de transferência do imóvel, além de ter aumentado a chance dos empréstimos, tirando alguns requisitos para conseguir o mesmo, o que facilitou e muito para algumas pessoas.

O distanciamento social exigiu das imobiliárias e corretores que todas as vendas e negociações fossem feitas de maneira virtual, atualmente mais de 7 mil administradoras de imóveis possuem cadastro para exercer esse tipo de serviço. O crescimento é percebido também por aqueles que trabalham com imóveis usados e com outros tipos de empreendimentos, como loteamento. Inclusive, a realização de feirões de imóveis, também colaborou com o reerguimento após a baixa no mercado em abril. Pode-se notar o interesse por imóveis localizados longe de grandes capitais e de regiões centrais, mesmo os preços sendo considerados altos principalmente sobre as casas à venda em BH. Além disso, há tem buscas desses mesmos imóveis em bairros periféricos, pois o aluguel é considerado mais baratos.

A partir da liberação para abertura gradual das imobiliárias e estandes de vendas, em alguma das grandes capitais, quem voltou a vender diz ter conseguido  excelentes resultados. A pandemia revelou a importância de se viver bem e estar satisfeito com o seu lar. Por isso, o mercado imobiliário além de baixar os juros baixos, deu a chance para que mais pessoas pudessem comprar. E isso foi o suficiente para que todas as partes envolvidas saíssem no lucro. Afinal, a pandemia afetou a vida de todos, que viram sua renda baixar, viram uma instabilidade econômica, muitas perderam seus empregos, e tiveram que deixar o imóvel que estavam vivendo de aluguel devido ao preço, e buscaram pela facilitação de ter a casa própria mesmo que muitos achem que o momento não é propício.

Sabendo que tudo o que foi dito até agora, explicando o crescimento do mercado imobiliário neste momento de pandemia, deu vontade de adquirir sua casa própria ou alugar um imóvel mais em conta? Procure a imobiliária mais próxima de você e fique por dentro dos imóveis que estão por preços acessíveis no mercado. Essa crise pode ser uma vantagem para você e para o mercado imobiliário. No fim das contas, ambas as partes podem se dar bem durante a negociação.

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